COMO SE TRATA
A droga mais importante é a penicilina, que só deve ser ministrada sob orientação médica. Para pessoas alérgicas a essa substância, há outras opções que o médico pode indicar. Após cerca de cinco dias todos os sintomas desaparecem, mas o tratamento deve permanecer por pelo menos seis meses até que todas as bactérias sejam eliminadas.
Candidíase
acredita-se que pelo menos 3/4 das mulheres tiveram ou terão um episódio de candidíase na vida
DEFINIÇÃO
Infecção causada por fungos. Em 90% dos casos ocorre devido à Cândida albicans. Embora esteja relacionada com as DSTs a Cândida existe normalmente na vagina e vive em harmonia com outros vários tipos de micróbios. Em determinadas circunstâncias esse equilíbrio é quebrado e os fungos se proliferam além do normal, causando a infecção e se tornando transmissível.
COMO SE PEGA
Quando os fungos se tornam infecciosos acabam sendo transmitidos via sexual, pelo uso de toalhas contaminadas e sabonetes. Mas a doença também está associada a problemas como diabetes, estresse, cirurgias, leucemias e outras patologias que debilitam o sistema imunológico e desequilibram a convivência dos fungos. No caso das mulheres, a infecção apresenta um corrimento com aspecto de leite coalhado, além de coceira intensa, vermelhidão na vagina e vulva e ardor ao urinar. Na época da menstruação, os sintomas pioram bastante e o ato sexual torna-se doloroso. Se não for tratada corretamente a candidíase se torna crônica. Quando o homem é infectado, surge uma inflamação que provoca inchaço na cabeça do pênis e no prepúcio (pele que cobre a glande). Também há vermelhidão e coceira intensa. Muitos homens não apresentam sintomas, mas estão contaminados, pois os fungos são altamente transmissíveis.
COMO SE TRATA
Há vários medicamentos orais e tópicos que podem ser usados, mas sempre sob orientação médica. O tratamento dura entre dez e 20 dias. Quando a mulher ou o homem tem um parceiro fixo, o tratamento é feito para os dois, para evitar a reinfecção.
20 Formas de evitar as doenças sexualmente transmissíveis
NAS MULHERES
1. Usar camisinha em todo tipo de relação sexual.
2. Diminuir o número de parceiros ou parceiras.
3. Não permitir a penetração, se a vagina ou o ânus não estiverem bem lubrificados.
4. Manter a higiene adequada da vagina e do ânus.
5. Fazer o auto-exame da vagina e vulva mensalmente.
6. Convencer o parceiro fixo a também se auto-examinar.
7. Não ter contato com feridas e verrugas de outras pessoas.
8. Usar roupas íntimas de algodão, que permitam que a área da vagina fique arejada.
9. Não permanecer longos períodos com roupas de praia, piscina ou ginástica que estejam úmidas.
10. Não pedir toalhas, roupas íntimas e lençóis emprestados.
11. Visitar o ginecologista a cada seis meses.
12. Fazer o papanicolau a cada seis meses.
13. Convencer o parceiro a visitar um urologista regularmente.
14. Convencer o parceiro a não abandonar o tratamento de uma doença sexualmente transmissível.
15. Consultar um ginecologista assim que surgir qualquer tipo tipo de secreção na vagina.
16. Procurar o ginecologista sempre que houver corrimentos e dor durante as relações sexuais.
17. Intensificar os exames ginecológicos de rotina se estiver grávida, for fumante, usuária de pílulas anticoncepcionais ou de DIU (dispositivo intra-uterino).
18. Tomar vitaminas antioxidantes ajudam o sistema imunológico a combater micróbios.
19. Manter uma alimentação saudável e diminuir a ingestão de açúcar (bactérias adoram as substâncias adocicadas).
20. Evitar o desgaste físico e emocional constante.
NOS HOMENS
1. Usar camisinha em todo tipo de relação sexual.
2. Diminuir o número de parceiras ou parceiros.
3. Não manter a penetração, se a vagina ou o ânus da parceira não estiverem bem lubrificadas (o pênis pode ficar com microlesões — portas para os micróbios).
4. Manter a higiene adequada do pênis.
5. Fazer o auto-exame do pênis e virilha mensalmente.
6. Convencer a parceira fixa a também se auto-examinar.
7. Não ter contato com feridas e verrugas de outras pessoas.
8. Usar roupas íntimas de algodão, que permitam que o pênis fique arejado.
9. Não permanecer longos períodos com sungas de praia, piscina ou ginástica que estejam úmidas.
10. Não pedir toalhas, roupas íntimas e lençóis emprestados.
11. Visitar o urologista ou médico de confiança a cada seis meses.
12. Fazer exames preventivos de sorologia para as principais DST.
13. Convencer a parceira a visitar o ginecologista regularmente.
14. Convencer a parceira a não abandonar o tratamento de uma doença sexualmente transmissível.
15. Procurar um urologista assim que surgir qualquer tipo de secreção no pênis.
16. Procurar o médico sempre que sentir dor durante as relações sexuais ou ereção.
17. Intensificar os exames de rotina se for fumante ou se ingerir muita bebida alcoólica.
18. Tomar vitaminas antioxidantes que ajudam o sistema imunológico a combater os micróbios.
19. Manter uma alimentação saudável e diminuir a ingestão de açúcar (bactérias adoram as sustâncias adocicadas).
20. Evitar o desgaste físico e emocional constante.
FONTES: AMAURY MENDES JR, GINECOLOGISTA E SEXÓLOGO PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS EM SEXUALIDADE HUMANA. JOSÉ BENTO DE SOUZA, GINECOLOGISTA E OBSTETRA DO HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN, DE SÃO PAULO. JOÃO CARLOS MANTESE, GINECOLOGISTA E DIRETOR DO HOSPITAL PÉROLA BYINGTON, DE SÃO PAULO. THOMAZ BASTOS, GINECOLOGISTA
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