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por sílvia dalpicolo
Quimioterapia contra o diabetes
Pacientes com diabetes tipo 1 podem comemorar. Um estudo conduzido pelo Centro de Terapia Celular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de são Paulo (USP) comprova os benefícios de um novo tratamento. ele é realizado à base de quimioterapia em altas doses e transplante de células-tronco retiradas do organismo do próprio indivíduo. a grande novidade é que, após a terapia, boa parte dos pacientes fica isenta de tomar insulina e apresenta bom controle glicêmico. Os participantes da pesquisa estavam no estágio inicial da doença e foram acompanhados por 30 meses. dos 23 voluntários, 20 se tornaram independentes da insulina no início e, desses, apenas oito precisaram voltar a injetar a substância, porém em doses menores que as anteriores. |
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FONTE: AGÊNCIA FAPESP
Idade compromete o volume de ejaculação
Estudo feito pela Universidade Federal do Ceará (UFC) aponta que a idade é um fator decisivo no volume da ejaculação, o que pode comprometer a capacidade masculina de reprodução.
Publicada na Revista Brasileira de Ginecologia, a pesquisa teve o objetivo de avaliar o quanto o passar dos anos tem impacto na infertilidade conjugal, especialmente nos casos em que a mulher é mais nova. Foram analisados homens com média de 37 anos de idade, com variação de até nove anos para mais ou para menos.
"O avanço da idade eleva o risco de doenças crônicas que podem afetar a qualidade do esperma, como diabetes e hipertensão. O acúmulo de remédios de uso contínuo e a falência dos testículos, que ocorre na andropausa, são outros fatores que interferem", esclarece à Vivasaúde o autor do estudo, o ginecologista e obstetra Marcelo Cavalcante, da Faculdade de Medicina da UFC. A diminuição na produção de esperma acontece mais frequentemente após os 50 anos. A prevenção inclui a reposição hormonal, nos casos de andropausa.
Anticoncepcionais
dificultam formação de músculos
As pílulas anticoncepcionais podem influenciar no resultado de determinados exercícios físicos. De acordo com o estudo conduzido pela Universidade Texas a&M, nos EUa, o medicamento dificulta o ganho de massa muscular que a musculação
(e outros exercícios de resistência) proporciona.
Avaliando por dois meses 73 mulheres entre 18 e 31 anos, que realizavam esse tipo de exercícios três vezes por semana, os pesquisadores notaram 2,1% de ganho de massa naquelas que usavam o contraceptivo oral contra 3,5% das que não o ingeriam. a relação é de que esse primeiro grupo teria no organismo índices baixos de um hormônio responsável pela construção dos músculos e níveis mais altos de outro tipo que bloqueia a formação deles.
Cresce número de mulheres que não fazem exames preventivos
Essa foi a constatação de uma pesquisa realizada pela Sul América Saúde com 17 mil mulheres de todo o Brasil de 19 a 49 anos, da rede privada de saúde. Entre as pacientes ouvidas, 22,1% não faziam as consultas de rotina no ginecologista e 6,2% não se submetiam à mamografia, quando o exame era solicitado. "As mulheres ainda desconhecem os benefícios dos exames de prevenção. Algumas têm preconceito ou medo de procurar o médico e descobrir alguma doença",
conta à VivaSaúde Marcos Simão, ginecologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. O especialista reforça que é imprescindível procurar o médico a cada seis meses e realizar exames como a copocitologia oncótica, conhecida como Papanicolau, e a ultrassonografia transvaginal. Já em relação à mamografia, esta deve ser feita nas mulheres com idade a partir de 35, a cada dois anos, e acima dos 40, anualmente.
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